28.9.06
Vamos ter que levar com eles até ao fim?
25.9.06
Acreditam nisto?
Este é o tal conselheiro, a que me referia no post anterior, que reivindica mais papel para ser mais eficaz.
«« Mais poder para o Supremo »»
Melhores salários e instalações, mais apoio e maior visibilidade. São estas, em linhas gerais, as prioridades do conselheiro Noronha do Nascimento para o Supremo Tribunal de Justiça…
A três dias das eleições para a presidência daquele Tribunal, apenas um candidato mostrou interesse em chegar à cadeira mais alta da Magistratura e posicionar-se como a quarta figura do Estado português. A vitória de Noronha é tida como certa, tanto mais que o único adversário que o desafiou, Pinto Monteiro, saiu de cena depois de ter sido nomeado procurador-geral da República.
Estou muito revoltado, este sr deve ter uma barriga fora do vulgar. Ele terá consciência do que é uma crise económica? Não deve ter, esse tipo de coisas não o atinge, continua a fazer compras de Natal caríssimas na casa do espanhol. Para ele só deve existir o binómio: mais dinheiro = mais eficácia, o que quer dizer que só faz, se lhe apresentarem o docinho que faz trabalhar os macacos no circo. Não consigo calar a minha revolta! Eu já sabia que a justiça é cega, mas que não enxergasse o mais evidente, estava longe de imaginar. Desculpem-me se não escrevo todas as tretas referentes a estes lugares de destaque no País, com letra grande, mas não consigo ter respeito por quem não me (nos) respeita.
Até tenho as minhas dúvidas, se a nomeação do outro sr conselheiro para PGR, este não ficou a cantar a solo para ter entrada garantida no Supremo, e não ser outra vez derrotado, como foi derrotado durante anos, o prémiado da literatura, o portunhol José Saramago, e ficar a sua eleição adiada para as calendas gregas, que não existem.
Justiça divina não existe, e pelos vistos a dos homens só actua do alto para o baixo, não há força para a empurrar até lá cima, e a fazer desabar nos gajos com mãos sapudas.
Quer o tal conselheiro levar mais…
As reparações dos veículos automóveis poderão ficar mais caras, se o Governo aceitar a proposta da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA) de criação de uma taxa ambiental.
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A proposta foi enviada no início do mês ao Ministério do Ambiente e revelada ontem, em Fátima, à margem de um colóquio com uma centena de empresários do sector.
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Segundo a ANECRA, a taxa será aplicada nas grandes reparações e terá um valor “simbólico” – até dois euros ou percentual –, destinando-se a “atenuar a carga de custos” das oficinas. É aplicada em Espanha, num valor variável, por regiões.
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A política ambiental obriga a guardar em local adequado as peças substituídas e as oficinas têm de suportar parte do custo da reciclagem, o que representa um “encargo gravoso para as empresas”, disse António Ferreira Nunes, presidente da ANECRA, frisando que a taxa servirá para “compensar os custos de recolha e entrega das peças”.
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Acho piada a estes senhores pensantes nacionais. ninguém se refere aos outros estados europeus quando isso lhes é contrário, mas quando se trata de fazer valer a seu favor, logo se lembram de o recordar. acabem de vez com esse folclore, cá, é cá, e lá, é lá. em Espanha também ganham o que ganham e cá niguém se importa com isso. ou será que os patrões estão a pensar pagar salários como em Espanha, se assim for, então acho bem que nos comparem. »»»»»»««««««
A roubalheira feita pelas oficinas, não são custos para os clientes? o preço da mão de obra é uma verdadeira roubalheira, quem protege os clientes das oficinas e dos abusos praticados? Quem? Todos sabemos que as oficinas não têm condições para operar, pelo menos as situadas nas ruas, e becos das cidades, mas não é pelo facto de passarem a cobrar uma taxa sobre as reparações, porque nem todas elas são com substituição de peças, que vão passar a ter mais condições. algumas destas oficinas nem 1 WC decente têm para uso dos clientes. A Anecra merece assobios? Merece!!!
24.9.06
A nossa (…) Segurança Social
O esquema que poderia perpetuar a Vida da Segurança Social, até era fácil de implementar . Pegava-se numa parte dos descontos que cada um dos contribuintes faz em cada mês, e aplicava-se num fundo gerador de ganhos. Todas as financeiras a operar em Portugal, seriam detentoras desses fundos e responsáveis pela aplicação lucrativa dos mesmos. Na Segurança Social seria depositada a quantia “Garantia” de que disporia a cada mês, para efectuar os pagamentos das pensões e reformas. Os lucros da Banca estão a um nível tão alto que de certeza este serviço, gratuito, não implicaria despesas para a Segurança Social.
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Segundo o CM de 24-09-06:
Correio da Manhã – É unânime que a Segurança Social [SS] está em crise. Quem tem 40 anos de idade pode estar seguro de que vai ter uma reforma daqui a 30 anos?
Bagão Félix – Não, não pode. Primeiro, há a falibilidade fiscal: estes cálculos de sustentabilidade da SS [que constam na proposta do Governo] foram feitos pelas mesmas pessoas que há quatro anos fizeram um cenário idílico e que há seis anos permitiram ao eng. Guterres [então primeiro-ministro] dizer que tínhamos SS para daqui a 100 anos. Uma pessoa daqui a 50 anos não terá SS. Ou se altera completamente o sistema, ou então vai-se minguando cada vez mais o valor da reforma.«---»
Os governos podem dar quantas voltas quiserem ao tema, mas será sempre em circulo que as darão. O Orçamento de estado não pode suportar, a garantia de arranjar dinheiro, para meter onde ele não entra, mas sai, e não pode ser sempre nas tributações, que se vai encontrar aquilo que permite garantir pagamentos a cada mês. A discussão à volta da Segurança Social ameaça prolongar-se eternamente e rouba ao Parlamento, tempo para dedicar a outros assuntos.
22.9.06
IDEIAS AVANÇADAS DEMAIS, OU COMÉDIA?
Uma criança com 3,3 milhões de anos
21.9.06
Malvade pitrol.
Tal como tem acontecido ultimamente, ontem o crude desvalorizou e está agora nos 62 US$. As notícias são animadoras, agora o que é preciso é estabilidade internacional. Todos os conflitos, sejam eles onde forem, têm repercussões imediatas no preço do crude, há que obstar a isso. Nem o Papa, nem o Bush, nem outros, não se envolvam em mais cruzadas de libertação, porque não se pode morder a mão, a quem nos dá de comer. De qualquer maneira, quanto mais caro estiver o crude, mais aproveitam os estados produtores, entre os quais estão os conflituosos. Não é tirar as calças e pôr o rabo à disposição, não é nada disso, nem sequer é medo, mas tão somente respeitar o direito dos outros a terem o que querem, e serem como desejam. Afinal também prezamos muito a nossa maneira de ser, e não admitimos intromissões, venham de onde vierem. Não querem democracia, pior ou melhor para eles. As nossas também não são o que se esperava que fossem.
No C.M. 21/09/06
O preço do petróleo continuava esta quarta-feira a recuar nos mercados internacionais, mantendo a tendência descendente da véspera, na expectativa do anúncio de um aumento das reservas petrolíferas norte-americanas e de um desanuviamento na frente do nuclear iraniano.
Em Nova Iorque, o preço do barril de crude para entrega em Outubro negociava-se a meio da manhã no comércio electrónico a 60,88 dólares em baixo de 78 cêntimos. Em Londres o preço do barril de Brent para entrega em Novembro cedia 61 cêntimos a 61,88 dólares.
Os dados semanais sobre os stocks, divulgados na quarta-feira, deverão evidenciar uma nova progressão - pelo sexta semana consecutiva - estimada pelos analistas em 1,8 milhões de barris. As declarações do presidente Bush sobre a questão nuclear iraniana na ONU, interpretadas como um apoio aos esforços diplomáticos em curso para obter a suspensão do enriquecimento do urânio fizeram também recuar os preços.
Mas não era assim antes?
Faltas: funcionários públicos obrigados a apresentar declaração do Serviço Nacional de Saúde
21.09.2006 - 14h47
O Governo aprovou hoje, na generalidade, um decreto que exige aos trabalhadores da Administração Pública uma declaração emitida pelas entidades competentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para justificarem as suas faltas por doença.
Não me assustem, porque esta revelação é grave demais para ser levada a sério. Então este Governo é de que país? Mas a verdade é que isto acontecia mesmo. Ora vejamos os fundamentos:
1. Decreto-Lei que altera o actual regime sobre a justificação da doença e respectivos meios de prova aplicável aos funcionários e agentes da administração pública, previsto no Decreto-Lei n.º 100/99, de 31 de Março, passando a exigir-se uma declaração emitida pelas entidades competentes do Serviço Nacional de Saúde, como único meio de prova idóneo para justificar as faltas por doença… mas há mais no sítio do link, não vou transcrever, pois acho que seria fastidioso alongar tanto o Blog. Em todo o caso e com respeito ao caso das faltas, quero acrescentar, que até agora tem sido vergonhoso, o modo como o funcionalismo andava à solta, passeando desprezo pelo resto da população, e sobretudo daqueles que têm magras pensões, a que chamam de “SOBREVIVENCIA”. Depois vêm com falinhas mansas, dizer que, não senhor, não havia privilégios na Função Pública. Até nos créditos, eram logo aceites pelas financiadoras, enquanto um desgraçado qualquer não
20.9.06
Que tal 1 clic nos links? Prometo que é interessante!
Tava longe, muito longe!
Não se percebe muito bem, como é que a 737.774 funcionários públicos, correspondem 745 400 empregos. Sou franco, tenho bastante dificuldade em entender. Será que a diferença entre estes 2 números, é o acumular de funções de quadros superiores? Acredito que sim. A mania de comparar as coisas com percentagens, é que acho uma extravagância desnecessária. 14,6% da população empregada, corresponde a 737 774 funcionários públicos, se tivermos em conta a população activa englobando os desempregados, a correspondência é de 13,4% da sua população activa. Em valores económicos, 14,5% do produto interno (PIB), é gasto com estes funcionários. É obra, mas acredito que estes valores estejam todos camuflados de inverdades. A cena que estou a prever, e que só no fim do mandato deste governo, é que vou ter certezas, é exactamente um resultado económico equivalente, ao que disse ter encontrado quando foi eleito.
A retoma da economia não mostra evolução positiva, pelo menos não a sentimos, seja onde for. Os números não enganam, em qualquer sector da vida produtiva (digo produtiva) os efeitos que se sentem são de contínua retracção de investimento, portanto de recessão. A minha empresa, está como se diz, com a linha de água próxima de ZERO. Basta que um único cliente se vá abaixo para minha ir atrás, e como a minha, milhares delas. O único efeito que se nota é o do atraso nos pagamentos, cada mês que passa, os recebimentos é chegam mais tarde, e as contribuições são de pagamento com data certa, pós o que começam a contar juros, que a empresa não cobra aos clientes.
Mas se o governo acredita na retoma, quem sou eu para duvidar? Só ponho em causa a credibilidade das afirmações dos governantes.
Em Espanha a despesa pública fica-se nos 9,9% do PIB, ou seja, eles produzem mais, vendem barato e gastam menos. 4,6% de diferença, é muita fruta. Esta é só uma das comparações que se podem fazer, porque se aprofundar-mos, o estudo, se calhar caíamos para o lado, de desgosto.
O bicho homem tem de reinventar 1 novo modelo de tempo.
19.9.06
Ora aí está uma medida bem implementada.
De um dia para o outro, nasce um nova lei em Espanha, e em que afortunada hora.
Desde meados de cinquenta do século passado, todas as jovens tinham um sonho: entrarem nos "CTT" para serem operadoras de telefones (telefonistas). Muitas cumpriram esse sonho, mas como não há bela sem senão… era-lhes vedado o direito a serem mães, enquanto desempenhassem tal tarefa.
Hoje as incidências são outras, quiçá mais nefastas, perigosas mesmo. As jovens continuam a ser apaixonadas, sonhadoras e patéticas, ao pretender viver de um sonho, que na maioria dos casos é efémero. Ser escolhida para entrar em actuações noveleiras ou simplesmente aparecer nos écrans de TV, em séries promotoras de ilusões. A juventude portuguesa não pode, nem deve estar refém de um momento. Há cerca de 50 anos surgiu no panorama artístico espanhol, uma vedeta de nome Joselito, herói de muitas aventuras, sempre bem sucedido em cada trama. A única trama em que não teve sucesso, foi a sua própria. Deixou de ser atraente a partir dos 13 anos, e acabou esquecido, como se de tralha se tratasse. É este medo que me faz escrever estas linhas. Estes jovens, aos quais é dada a possibilidade de mostrar os seus elegantes dotes físicos, porque é disso que se trata, veja o traje que na maioria do tempo apresentam, e só um ou dois teria lugar a ocupar. Os que agora são dispensados, por cansaço dos seus personagens, vão fazer o quê?
Temos então que, na fome de imitar as modelos de que são fãs, as meninas portuguesas, cegam de inveja e só pensam exibir os seus corpos reluzentes, mas exagerada e doentiamente magros. Não há ponta de sensatez na contratação desses jovens, e o aproveitamento por parte das estações de Televisão, por um punhado de euros, é tão evidente, que ninguém decifra a maldade que se está a fazer aos miúdos.
Aprovo por completo, que a lei também seja adoptada em Portugal, e já agora, que estes garotos sejam obrigatoriamente acompanhados por advogados, aquando da assinatura de contratos. Aqui o Estado tem por obrigação, proteger esta ânsia de fama a qualquer preço.
Aconselho os jovens a procurar cultura, que os projecte para um futuro bastante mais promissor que a vida artistica, que como é evidente, para dar para uns, não dará para todos.
18.9.06
O Ensino
Ser professor já não corresponde, infelizmente, ao estatuto formador de cidadãos educados, de boas maneiras e respeitadores. A culpa vai direitinha para eles próprios, que quiseram com os seus direitos de autonomia, emanciparem-se. Antes da revolução, os docentes da Nação cumpriam com rigor o seu papel, logo após, foi o exagero das reivindicações. Fui estudante em Parede, concelho de Cascais, e lembro-me que a escola oficial (da câmara) era junto à estação de comboios, um casal de professores residentes, habitava mesmo no espaço da escola. Outros tinham residência fora, mas todos se empenhavam ao máximo, naquilo que haviam escolhido para profissão. Todos os meus professores eram já de idade bem avançada e nem por isso deixavam de ensinar. Estatutariamente, era um privilégio ser professor. Não posso precisar em que termos, mas os habitantes respeitavam imenso os professores. Hoje perdeu-se esse respeito, a começar pelos próprios governantes. Veja-se a luta serrada, que se produz constantemente a todos os níveis, entre o estado e os representantes dos docentes. Não vislumbro a curto prazo, que hajam alterações, visto que na luta encetada, tudo o que menos se discute é o tal respeito a que os professores têm direito, mas que comparado com os valores económicos, vai ficando cada vez mais esquecido, o que torna o papel dos governos muito mais fácil. É que sem dar por isso, ao prescindirem de ser respeitados como profissionais, dão largas às injustiças, tanto do governo, como dos pais e alunos. Cada qual tem os seus direitos, mas há valores acima desses direitos, e dos quais os governos não podem abrir mão.
Os professores que actualmente gozam as suas reformas, nunca puseram em causa a mobilidade, e tinha que ser assim, pois existem demasiados professores, e por vezes com origem concentrada em termos de morada. Há portanto que os distribuir pelo país. Injustiças houve e haverá sempre, desde que alguém não esteja de acordo, com a colocação de que lhe é proporcionada. As colocações de docentes serão sempre a razão do descontentamento.
17.9.06
Sinais dos tempos?
Iremos assistir a um crescimento acentuado destas duas maneiras de viver? Ir ao prego, e comer pregos?
16.9.06
Calem-se os que tudo crêem saber.
Aborto sim, mas…
Ontem, o PS voltou a apresentar na Assembleia da República (pela terceira vez nesta legislatura) a proposta de referendo, que repete a pergunta feita na consulta de 1998, que então ditou a vitória do "não" - "Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?". Uma questão que já passou pelo crivo do Tribunal Constitucional. Com os partidos da direita a dar luz verde ao referendo, só o PCP mantém reservas. Questionado sobre se votará contra a convocação da consulta, Bernardino Soares, líder parlamentar comunista, referiu ontem: "Mantemos a posição". O mesmo é dizer a defesa da despenalização do aborto, mas por via legislativa - os comunistas reapresentaram ontem o projecto de lei para a despenalização do aborto em sede parlamentar.
Não resisto a esta transcrição de "A Origem das Espécies"
Se acham que foram os americanos a mandar os aviões contra o WTC, eu acho bem. É preciso que assentemos numa verdade. Se acham que cada um de nós tem culpa dos crimes do fundamentalismo e anda a humilhar o Oriente e o Magrebe, transformemos isso numa verdade inquestionável (basta ouvir os noticiários). Paguemos a Kadhafi, como ele exige, para evitar que a emigração do outro lado do Mediterrâneo chegue às praias de Espanha e de Itália (chantagem por chantagem, o melhor é pagar ao chantagista directamente em vez de votarmos depois de fazerem explodir Atocha). Consideremos que o uso da burka e a excisão feminina são apenas questões de natureza cultural e que, no fundo, são reacções contra a arrogância ocidental e as pernas de Mary Quant, essa vaca imoral. Claro que estamos de acordo em que o Ocidente tem falta de Deus e que Maomé tem lições a dar-nos, ele e os outros profetas de vária procedência; o criacionismo integrista está aí para nos salvar. Vigiemos os caricaturistas, vigiemo-los bem. Claro que andamos a irritar o mundo das mesquitas fundamentalistas; aceitemos, portanto, a bondade de nova fatwa contra Rushdie e, mesmo agora, contra Mahfouz. Eles têm razão quando escrevem, nos cartazes, «Freedom Go to Hell» ou «I love Al Qaeda»; temos de ser compreensivos. Aliás, ainda não está provado que a Al Qaeda exista. Bin Laden não é apenas uma invenção americana: é um Zorro libertador das massas, um produto de Hollywood; o verdadeiro Bin Laden é um canadiano da Guarda Montada que se limita a pedir a proibição dos Simpsons, o resto é invenção. Claro que o fundamentalismo muçulmano é compreensível (está longe). Os israelitas são ensinados nas escolas a matarem crianças árabes, como toda a gente sabe, basta ler os Protocolos dos Sábios de Sião, que é (ao contrário do que diz a propaganda sionista) um documento histórico; por isso é que eles precisam da sua dose diária de sangue; aliás, muitos deles não vieram do centro da Europa e daquelas terras do Drácula? Qual é o mal de o pessoal de Finsbury Park pregar contra a democracia inglesa e pedir bombas no metro de Londres? Nós não pregamos contra as tiranias do Médio Oriente? A ideia de que o Califado deve ser restabelecido, para cá do Guadalquivir, até ao Mondego e à Faculdade de Economia de Coimbra, não está senão justificada pela história. O Ocidente, como aliás diz Ratzinger, está minado pela falta de Deus e pela presença do Satã laico e racionalista; por isso, é necessário sermos compreensivos para com os sentimentos religiosos que autorizam o apedrejamento de apóstatas, a lapidação de mulheres, adúlteros e homossexuais ou a mutilação de infiéis; é o regresso da religião. Mesmo que o Irão, o Hamas e o Hezbollah, mais a Irmandade Muçulmana afirmem que um dos seus objectivos é a eliminação do estado de Israel, quem somos nós para defender o desarmamento do Hezbollah? Os americanos são boçais, obesos, comem hamburgers, acreditam que há uma colónia de extraterrestres no deserto do Novo México onde fundarão uma nova Las Vegas, falam nasalado e usam botas texanas; esse é, ou não, um argumento suficiente para os termos como inimigos? É. E, além do mais, devia-lhes ser retirado o direito de voto. A tolerância faz mal ao Ocidente; tem enfraquecido a sua moral. A liberdade de imprensa do Ocidente pode ser ofensiva; limitá-la para não ofender os xeiques de Jakarta, os rabis de Meah Sharim ou os maluquinhos do Utah é um imperativo. A pobreza conduz ao bombismo; temos de ser compreensivos para com o bombismo. Em África não há bombistas, mas apenas porque não têm dinheiro saudita ou wahabita para fazer bombas e, na verdade, não estão preparados para a democracia, o que nos leva a termos que ser compreensivos para com as tiranias, os seus abusos e a corrupção dos governos. Podemos enviar dinheiro; é falso que os militares e os tiranos desviem esses dinheiro das populações para proveito próprio. Bush teve uma falsa revelação divina; o profeta John Smith apareceu-lhe em sonhos mas falou-lhe em inglês erudito; o gabinete de Bush faz orações antes de reunir, mas ele cruza os dedos por debaixo da mesa.Espero que, para já, isto seja o suficiente.
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15.9.06
Acerca do Provedor do Telespectador
Em Portugal, continua-se a complicar o que é simples.
A partir de agora…
14.9.06
Grande injustiça. desculpem ser só 1 tacho, por agora.
Pensava eu, que em qualquer actividade, profissional ou lúdica, cada um tinha por obrigação dar o máximo de si. Afinal estou enganado, porque segundo parece, o governo prepara-se para contemplar com prémios, presumo que monetários, os gestores públicos que….....................................
”O Governo vai criar um ‘ranking’ das melhores equipas de gestão públicas, premiando os melhores, com base no cumprimento dos objectivos fixados pela tutela. Trata-se de uma novidade, possível a partir da introdução do novo modelo de gestão por objectivos, que se iniciou ontem com a assinatura da carta de missão do conselho de administração dos CTT, presidido por Luís Nazaré. Então estes senhores, todos eles bastante disponíveis para exercer cargos de gestão em organismos públicos ou semi públicos, vão poder optar por cumprir ou não cumprir!? Se quiser cumprir os objectivos, tem à espera dele um bónus, se optar por não cumprir os objectivos, tem à espera dele o ordenado contratado. É justo, justíssimo! Então quer dizer que não tem necessidade de se superar? Isto é o quê? Se for um trabalhador, cujo único e sensato objectivo é cumprir horários, e ao fim do mês ver o ordenado, com que irá gerir o mês de despesas? No caso de um Gestor por objectivos, deve ser, penso eu, ter o poder de, em casos de necessidade para alcançar os tais objectivos, colocar os trabalhadores na rua? Sim, é que eu não conheço gestores que arregacem as mangas, abram o colarinho, tirem as luvas brancas e a gravata, e vão para a rua fazer vendas de produtos, nem tomar o lugar de operários fabris apertar parafusos e mostrar os seus dotes. Comparo os gestores como cães enormes, que atemorizam os mais pequenos, e lhes roubam a parca comida de que dispõem para não morrerem com os ossos à vista.
Ass:
V.R.
No Correio da Manhã 2006-09-14
«««Anualmente, anunciou ontem o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, serão entregues prémios públicos às três melhores equipas de gestão, com prémios específicos para a melhor aquisição, melhor inovação, melhor operação financeira, melhor índice de clima organizacional e melhor ‘score’ no índice de sustentabilidade das empresas de capitais públicos.»»»
«««Luís Nazaré, de 49 anos, tornou-se ontem o primeiro gestor a assinar uma carta de missão, na qual foram fixados objectivos concretos a atingir em 2006 e 2007.»»»
«««O desempenho da equipa de Luís Nazaré será mesmo, em determinados casos, acompanhado mensalmente, através de relatório entregues no ministério.»»»
«««O cumprimento, ou não, dos objectivos será sentido no bolso do gestor, ou seja, só terão direito a prémios os gestores que atinjam mais de 85 por cento dos objectivos definidos.»»»
«««Abaixo desta percentagem “a remuneração variável será igual a zero”, garantiu Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas.»»»
«««Ao assinar agora esta carta de missão, Luís Nazaré compromete-se a atingir os objectivos traçados pela tutela, não só em 2006 mas também no próximo ano. Muito trabalho pois para o gestor que é casado e pai de duas meninas.»»»
«««No entanto, de acordo com o ministério, os incentivos variáveis não serão aplicados nos anos 2006 e 2007 devido “ao processo de reestruturação em curso na empresa”.»»»
«««Apesar disso, o sócio da Deco, da União Zoófila e do Benfica terá, por exemplo, de “perseguir a excelência na gestão, ir mais longe através da utilização de um conjunto de práticas empresariais de referência”.»»»
PERFIL
Luís Nazaré, 49 anos, nasceu no Porto mas viveu praticamente sempre em Lisboa. O último cargo público, antes de assumir a presidência dos CTT, foi a presidência da Anacom (Autoridade Nacional de Comunicações), onde esteve entre 1998 e 2002. De resto, foi no sector das telecomunicações que esteve desde então, como consultor da PT. Foi também assessor do primeiro-ministro António Guterres para a Indústria, Comércio e Turismo. Foi ainda quadro do Gabinete de Estudos e Planeamento da Marconi (em 1981) e assessor do director de Recursos Humanos da NCR Portugal.
Não está em causa a capacidade profissional deste senhor, pois já andava na baila aos 24 anos de idade. Mas onde é que este senhor cumpriu qualquer trabalho sem ser por nomeação política? Tem tido sempre a mão de um deus qualquer por trás. A quantas entrevistas terá sido submetido para obter tantos empregos dentro do estado? Ou melhor, quantas horas terá suportado o peso da bandeira do PS, para ter agora direito a estes empregos? Não tenho nada contra o senhor, e espero que enquanto lá estiver, seja bastante competente para não ter que se injectar capital nosso nas empresas que porventura venha a geri.
ESTAGNAÇÃO
O resultado líquido dos CTT deverá estagnar em 2006, de acordo com o documento assinado ontem entre os CTT e o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), que aponta para um lucro de 17 de milhões de euros. No ano passado os resultados líquidos consolidados da empresa liderada por Luís Nazaré atingiram 17,3 milhões de euros, ligeiramente acima da meta estabelecida na carta de missão assinada pelos CTT e o MOPTC. As receitas, que em 2005 se fixaram em 758 milhões de euros, deverão atingir no final deste ano um crescimento igual ou superior a 56 milhões de euros, prevê o ministério liderado por Mário Lino.
ESTATUTO
O Governo tem quase pronto para aprovação em Conselho de Ministros o novo Estatuto do Gestor Público e respectivo sistema retributivo, que fixa como tecto de referência o vencimento base mensal do primeiro-ministro, que actualmente é de 5366,6 euros, como revelou o ‘CM’.
MUNICÍPIOS
Os gestores das empresas públicas e municipais vão, por outro lado, ser mais fiscalizados, com a entrada em vigor recentemente da nova lei do Tribunal de Contas. A partir de agora, à semelhança de outros dirigente da administração pública, estes gestores vão ter de responder ao TC e sujeitar-se às suas sanções, incluindo a reposição.
(((peço desculpa se os intervalos não aparecem no blog, mas ainda não aprendi a trabalhar com estas ferramentas)))
5366,6 euros deve dar para comprar um bacalhausito de 8 euros o kg, não? para quem nunca precisou de se apresentar a entrevista de trabalho, não está nada mau.
13.9.06
Os notários, ou os euros perdidos
Deve ser calúnia, ou talvez não?
Na minha modesta opinião…
Ainda e outra vez, o petróleo
No DN Negócios (23/08/06)
(O petróleo voltou a ultrapassar a barreira dos 66 dólares na praça nova-iorquina, depois de uma falha de energia no Iraque ter levado à suspensão da produção em algumas refinarias a Sul. Em Londres, praça onde o brent chegou a negociar-se a 65,38 dólares, a matéria-prima voltou a corrigir para os 64,43 dólares pressionada pelas fortes vendas do final da sessão. Em Nova Iorque, o contrato de futuro de Setembro expirou a 65,45 dólares. O corte na produção do Iraque atingiu sobretudo o terminal de Basra, responsável pela produção diária de 1,6 milhões de barris. A tempestade que está perto do Golfo do México está também a causar alguma instabilidade no mercado, com os investidores a temerem os efeitos do mau tempo nas infra-estruturas petrolíferas da região. A produção no Equador já está a ser normalizada, depois dos protestos dos trabalhadores. No entanto, estão apenas a ser produzidos 91 mil barris diários, longe da produção de 200 mil anterior ao protesto. O Centre for Global Energy Studies prevê, entretanto, que o petróleo deverá atingir os 72 dólares já em 2006, resultado da curta margem de manobra que o mercado terá face à actual procura.)
- como se nota neste artigo, o preço até é inferior à conta que fiz. Então como é que a Galp, a nossa querida Galp, nos prenda com a esmola de descida nas gasolinas, e só nas gasolinas, de 2 cêntimos? Será que para encarecer o produto, conta logo que eles têm conhecimento das subidas, embora saibamos que as cotações, são para entregas a um mês de distância? Já trabalhei nos combustíveis e conheço um bocado o que se lá passa dentro. O que me intriga também, é os cálculos que se fazem para chegar aos preços que praticam nas gasolinas e a partir de que critérios o fazem. Então será que o petróleo do qual destilam as gasolinas não é o mesmo do qual extraem o gasóleo? Este disparate de anunciar descidas deste ou daquele produto, em separado, só me deixa a pensar que tudo isto não passa de uma brincadeira da qual somos os achincalhados pagantes. Como este é um negócio do qual o estado arrecada gigantescas quantias, não é de prever que a situação venha a mudar. Quanto à minha indignação, ela é tão grande como os lucros que o estado arrecada. Não devem haver palavras ou conjuntos de palavras que consigam descrever com verdade esta roubalheira constitucional
Brent Futuro, 11.9.06
Tão amigos que eles são!?
(a) quererá dizer: passar a dar apoio logistico e prático à propaganda Castrista?
Ó Gerónimo, é pá, podias disfarçar um bocadinho camarada, porque apesar de tudo, nós os portuguesitos, ainda preservamos a VIDA, mesmo daqueles que se nos opõem, ou nos matam, tás a entender, ou queres que te faça um boneco? Quando fores visitar o gajo, não te esqueças dos outros e pede-lhe para nos deixar um bocadinho mais depressa. Como dizem no Brasil; se escafeder de vez.
ass:
V.R.
Já vi ser mais original
Segunda-feira, 4 Setembro 2006 - 00:00 Assaltou o patrão para comprar computadores Um empregado do ramo da hotelaria, com 25 anos, foi detido pela PSP de Espinho, acusado de ter sido o autor de um assalto aos escritórios da pizaria em que trabalhava, de onde roubou 15 mil euros e 8700 dólares, tudo em notas. Viria a ser apanhado pelas autoridades, já depois de ter gasto a maioria do dinheiro na compra de material informático.Terá dito ao patrão – que ora está em Portugal, ora nos Estados Unidos – que o turno da noite era o último que fazia, porque lhe tinham arranjado um contrato para ir trabalhar para a Holanda.
As nossas auto-estradas.
É lamentável, mas não consigo chegar a outra opinião. Os acessos às nossas auto-estradas e vias rápidas, são demasiado rápidos. Isto é dizer que, ou colocam bandas transversais, incómodas e barulhentas, ou teremos muito a lamentar no futuro. Camiões já se despistam nos acessos, nem sequer é nas faixas de aceleração, e já tenho reparado que nestas, a velocidade chega a ser superior aos 120 km/h quando o estipulado por lei são 50 km/h. Ora bem, se lei é lei, tem de valer, e não me consta que a velocidade de acesso às vias de circulação com velocidade regulada nos 120 km/h tenham acesso facilitado por incumprimento da regra de cedência de passagem a quem surja nessas vias. A regra da alternância não devia ser uma regra, porque os automobilistas que circulam nas auto-estradas, raramente circulam na via mais à direita para evitar os excessos de velocidade cometidas por quem entra nas vias de 120 km/h que a lei lhes confere, e retomam a via central de circulação, muitas vezes distraídos, e não contando que já lá circulam outros veículos. O hábito de mal conduzir faz com que se cometam acções estúpidas com consequências dramáticas para todos. Acho muito bem que se controlem condutores por vídeo vigilância, mas a sério, não ser só para dar umas gargalhadas nos postos de vigilância. Depois que doa a quem doer, mas sejam rigorosos no ataque a tanta incúria.
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V.R.
Não sendo o profeta do mal…
… o Verão 2006 não foi tão quente como os dos anos anteriores, portanto o meio sucesso que tem sido o combate aos fogos, mas há que esperar o fim do ciclo, para ter a certeza que o lume só nos volta a visitar para o ano. Os meios utilizados no combate foram em muito, superiores aos dos outros anos, agora há que considerar que o fogo não dá tréguas, e que tem que se combater os incêndios na fase inicial, ou seja na prevenção, 365 dias por ano. Mas aqui, o estado não pode pedir, tem de dar o exemplo, visto que a maioria das matas são propriedade estatal. Uma pecha grave no combate aos fogos, é o facto dos territórios considerados florestas com estatuto de protegidas, não se encontrarem devidamente protegidas.
Os organismos que gerem estes espaços, são um travão ao ataque rápido ao monstro. Os proprietários individuais, de parcelas de terreno nestes espaços, estão proibidos de controlar pelo corte, as zonas lenhosas que lhes cabe. Ora sem poder usufruir dos rendimentos que daí poderiam advir, com a consequente limpeza de matas, resta o tal desleixo que prejudica e de que maneira, o avanço dos sapadores e bombeiros, que estoicamente combatem os incêndios.
Ass:
V.R.
Fixe, tou em polvorosa.
Finalmente os combustíveis estão a baixar de preço:
A OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo deve manter a quota de produção.
A afirmação foi feita ontem por um dirigente do cartel. Desde o passado dia 10, a cotação da matéria-prima desceu 20 por cento em Londres. Como sou anjinho, vou acreditar que as petrolíferas vão baixar os preços, praí uns 0,20€ ou mais!?
Ass:
V.R.
Quem não sabe?
Já todos conhecemos aqueles jornalecos de 4 ou seis folhas, distribuídos gratuitamente em diversos locais de cidades e vilas. Nasceram algures num país do norte europeu, e têm proliferado como cogumelos em Portugal.
Quando todos estamos imbuídos de um espirito verde, deparamo-nos com uma enxurrada de papel, o qual para ser produzido, necessita do abate incessante e continuo, de milhares de árvores por ano, espalhado por tudo quanto é sítio, e a fazer abarrotar as nossas caixas de correio. Agora talvez seja tarde para travar a situação, já que existe uma multidão a fazer a entrega destes “jornais”, e desta actividade dependem imensas famílias. Uma vez que estes jornais são gratuitos, as taxas e impostos serão certamente reduzidos, incidindo apenas sobre a publicidade, descontando os custos de produção. Bem vistas as coisas, se calhar ainda recebem uns subsidiositos por fora. O jornalismo praticado por estes meios de divulgação publicitária, é nulo, já que se baseia sobretudo, na informação prestada por terceiros. A minha preocupação, são os tarefeiros que vivem miseravelmente, da entrega em mão destes jornais, e do destino dado aos mesmos, que invariavelmente, seguem o caminho do lixo, ou das ruas.
Ass:
V.R.
9.9.06
Já começa a ser criminosa…
utros combustíveis não são colocados no mercado, porque as máfias não o permitem, e caso estes produtos venham a ser realmente adoptados como biocombustível, depressa iremos assistir a uma produção do tipo petróleo, fortemente controlado pelos estados, no intuito de controlar também as áreas de produção, que servirão de tampões para evitar a produção livre. É que se a produção for iniciada, os terrenos agrícolas serão controlados, não tenham duvidas. Já estou a ver, o estado deitar mãos aos terrenos agrícolas, tal como faz para os terrenos por onde passam as auto-estradas.
A seguir às prospecções ao largo de Peniche, segue-se a regularização da produção agrícola dos tais vegetais, convertíeis em biocombustível, mas as regras serão tanto ou mais apertadas, que a produção de sal nas ex-Indias inglesas. Coitados dos jovens agricultores.
ass:
V.R.
Certifiquem-se primeiro. Acerquei-me do cruzamento ao fim da Rua Cidade de Viana do Castelo "de sentido único", em São Domingos de Rana, avancei sobre os veículos que se apresentavam da minha esquerda e pretendi sair da rua, mas os condutores nunca me cederam passagem. Logo que consegui sair, estacionei o carro e fui a pé, ver o que não tinha vislumbrado de dentro do carro. Pasmei por verificar que os outros condutores tinham plena razão. Agora gostaria de saber como reagiriam os seguros das viaturas envolvidas num possível acidente, no caso de ele acontecer. Vejam as fotos e certifiquem-se antes de avançar num qualquer cruzamento à vossa frente. Eu não queria acreditar, mas o que os nossos olhos vêem, não se pode negar.

A frente do sinal está virada para esta lixeira
Existe 1 sinal de STOP, colocado correctamente à direita do condutor, mas pasme-se, está direccionado para uma parte que devia ser ajardinada, mas é local de lixeira, está portanto de costas voltadas para o lado da rua a que diz respeito. Estão 3, digo bem, 3 contentores daqueles da RECICLAGEM, bem à frente do dito STOP, em cima do passeio, destinado aos transeuntes. Claro que eu, sentado ao volante, a 40 cm do asfalto, não posso de maneira nenhuma ver o sinal e obedecer-lhe, já que os tais contentores são da altura de um ser humano Ass: V.R.
3.9.06
Estamos fartos… 03/09/06, 11:13
A caça à moeda.
Arrumadores... de nada, são uma praga infindável de indivíduos que além de terem garantida pensão vitalícia, até que a droga os consuma, têm o condão de me deixar os nervos em franja. Não consigo assumir a existência de pessoas que estragam a vida deles e dos outros, com uma merda que os corrói por dentro e desgasta por fora. Lamento dizer isto, mas a minha capacidade de tolerância, para com estes indivíduos, fracos e nojentos, é o ZERO absoluto. Talvez alguns me achem insensivel, mas quando me pedem a moedinha que terá sempre de ser de 1€, fico descontrolado e incapaz de raciocinar. Eu pago impostos, estacionamentos, auto-estradas, pontes, taxas, multas, IRS, IRC, e ainda tenho de suportar zeros à esquerda da vida? Tenham paciência, mas se sou contra o consumo de drogas, não posso dar a moeda que irão invariavelmente gastar no objecto da minha aversão. Para isso já têm a pensão vitalícia, que de qualquer forma me sai dos bolsos (contribuintes).
Souselas
Garanto que nada tenho a ver com a aldeia, e tanto se me dá como se me deu, mas acho absurdo que pessoas, que respiram, alimentam-se e vestem-se como eu, tenham tanta autoridade em matéria de Ciências. Segundo os governantes, os resíduos que vão ser queimados em Souselas e no Outão, não serão nocivas para os habitantes, garantem eles. Quais são os critérios utilizados, para afirmarem a 100% que nas condições da queima, não resultará em doenças e mortes? Estes senhores têm tanta certeza nas afirmações, que quando cagam não erram o chão. Nas cimenteiras fazem-se fortunas enormes, que a médio prazo podem ser geridas por membros dos governos cessantes, e os valores que entram pelo facto de se queimarem lá os resíduos, podem ser fonte de riqueza a explorar por estes tipos. Se os resíduos queimados não acrescentam valor ao cimento, dão ao menos lucro efectivo, que será distribuído pelos accionistas e não só. Para redução de preço do produto é que não será, de certeza. As populações devem opor-se com todas as energias, estão no seu direito, porque não é coisa que já se encontrasse implementada, quando foram habitar esses locais. Construam-se CENTRAIS DE INCiNERAÇÃO para resíduos perigosos ou não, e façam lá as queimas, sem incómodo nem prejuízo para a saúde das populações. A tal arrogância que o PS é incapaz de disfarçar, dita a lei.
Mais uma discriminação.A nova lei da licença e porte de arma, obriga a que se frequentem cursos e façam exames, nada a dizer, já podia ser assim há imenso tempo, mas quando se exige determinado comportamento aos cidadãos, é natural que a lei seja igual para todos. E aqui é que está o busílis da questão. Qual a formação de um juiz ou de um deputado, para ficar isento da frequência de tal curso e exame. Acho que ninguém nasce ensinado, ou será porque os tais senhores estão acima da lei? Parece-me bem que sim!
Mais uma vez, o Zé Povinho paga e cala. O mais escandaloso é que estes CARUNCHOSOS são pagos com o nosso dinheiro.
O jogo Benfica - Áustria de Viena? Uma vergonha! Estes jogos só servem para enganar. O Áustria não foi uma equipa de futebol, foi um bombo de festa, mas onde a festa também foi fictícia. Um jogo com tudo para ser memorável, raiou uns escandalosos 3 golitos. Ajudas de custo. Diz um velho ditado: para pouca saúde mais vale não ter nenhuma. Militares recebem papel de rebuçados sem os tais docinhos lá dentro, é este o comentário que merece o aumento dado a soldados rasos. Uns míseros cêntimos, que em muito vão equilibrar as contas dos militares. Se calhar estão à espera de aplausos!? Para o melhor e para o pior. Então não sabíamos todos que a idade faz a diferença? Ter 18 anos é uma merda, ninguém acredita nas potenciais virtudes de ter esta idade. Ter 40 anos é muito mais merda. Ninguém acredita na credibilidade da sabedoria dos 40 anos. Quando é inventam o elixir da juventude para podermos parar de envelhecer aí pelos 25 ou 30 anos? De que serve viver mais tempo, se o que se vive é outra merda? Aos 40 anos, até o estado diz que se é velho, mas continua-se a forçar os velhos ao trabalho prolongado e penoso depois dos 65 anos. Aos 18 anos somos tidos por crianças crescidas, sem nada na cabeça. O D.N. descobriu isto sozinho? “Empresas descriminam pela idade ao contratar” 2005, fatal para as 2 rodas 300 utilizadores de veículos de 2 rodas perderam a vida nas estradas. Causas? Excessos, distracções, negligencia? Continua a morrer-se gratuitamente, por uma sensação. Portugueses enfeitiçados pelo "el corte inglés". No fecho das contas de 2005, este espaço comercial acrescentou 6,82% aos lucros que já havia obtido no ano anterior. Que fascínio exercem estes estabelecimentos sobre uma população com 25% de pobres e os restantes conseguem fazer lá compras? Se há tanto medo da contrafacção porque continuam estes a vender do bom e do caro? Em 32 anos de revolução, o povo ainda anda deslumbrado com futilidades. (terceiro mundo) O Vaticano sempre se adornou defensor das causas justas, mas cometeu os crimes mais horríveis, considerou-se e considera-se dono da verdade absoluta e todos sabemos que a verdade está longe, muito longe de Roma. A Ciência foi sempre superior às divagações do Vaticano, mas em nome dessas supostas verdades, foram cometidos crimes hediondos e brutais. Quando a Igreja se abster de comentar e opinar, talvez o Mundo melhor. A Ciência tem muito mais a dar ao ser humano, do que a Igreja nunca terá. Os avanços práticos da Ciência, estão constantemente a ser demonstrados, a Igreja não consegue demonstrar nenhuma das suas teorias. Pelo desenvolvimento, abaixo o Vaticano. Digamos não às drogas!
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V.R.
225 milhões. 01-09-2006, 18:34:50
Se só 18% da água é consumida pela industria, e 8% é destinada ao consumo doméstico, se considerarmos que vastas áreas da Terra têm água racionalizada por rara que é, e outras áreas são fartas mas à superfície, tal os gelos polares, então todo o resto contabilizado, é consumido pela agricultura, de borla? O facto de ter acesso directo a água justifica tanto desperdício? Os recursos, me4smo os que se encontram à superfície, como os rios, é património de todos, e não podem ser depauperados só por alguns. Da Natureza para a Natureza, é assim que deve ser, e não serem perdidos pelo caminho, com desvios para a atmosfera.
Regalos. 02-09-2006, 9:27:51
Ontem, quando estava em Lisboa, pelas 11:00 deu-me a fome, e como não ingiro nada de manhã, estranhei. Estava perto de Entrecampos e fui a um tasco, daqueles a lembrar as tascas antigas, de vão de escada, até nos preços. Pois desloquei-me lá enquanto esperava comunicação para ir fazer uns serviços. Cheguei-me ao apinhado balcão e pedi uma Imperial e uma bifana. Esperei um pouco e foi-me servida a dita dentro que uma carcassa que eu havia pedido, e a Imperial ao mesmo tempo. Fui sentar-me na espécie de esplanada na rua (4 mesas), sentei-me e recordei o calor que havia feito nos dias da véspera, enquanto me regalava a saborear aquele pequeno prazer. A bifana cortada à faca, tinha a espessura de um dedo mindinho, sensivelmente, mas não foi o tamanho dela que mais apreciei, foi antes o sabor, que tal como ambiente do tasco, era verdadeiro, aquele que gostávamos de sentir quando éramos pequeninos. Na véspera tinha estado calor abrasador e não teria optado vir para rua “lambuzar-me”.
Justiça democrática? 02-09-2006, 10:15:44
Está consumada mais uma restrição à liberdade individual de cada um dos amantes da pesca desportiva, por conseguinte, o cerco aperta-se. É verdade que muitos pescadores ditos desportivos, são disfarces, mas existe maneira de o impedir e controlar, agora o gajo que pega num caniço e vai para a beira do mar dar banho à minhoca, quantas vezes sem trazer nada para casa (o meu caso) vai ter de pagar uma licença, como o tal que se mete dentro de um barco, e vai mariscar ou caçar dentro de água, e depois vende o pescado aos restaurantes, já é estrabismo convergente a mais, para o meu entendimento. Vai-te Liberdade.
In Correio da Manhã
Terca-feira, 29 Agosto 2006 - 13:24 Pesca lúdica obrigada a ter licença
Segundo o documento as licenças só serão exigíveis a partir do dia 1 de Janeiro de 2007, e têm como primeiro objectivo a “conservação e gestão racional dos recursos”, criando condições para a pesca lúdica como forma de salvaguardar a sustentabilidade dos recursos marinhos e impedir o desenvolvimento da pesca profissional a coberto da pesca por lazer.As novas regras regulam a actividade de pesca lúdica em águas interiores marítimas, águas interiores não marítimas sob jurisdição de autoridade marítima e águas oceânicas da zona económica exclusiva do continente, pode ler-se no diploma.
Entres outras, o pescador pode pescar até 10 quilos de pescado por dia, para a generalidade das espécies, e dois quilos para os crustáceos, estando proibida a captura de lampreia, salmão, sável, cavalo-marinho ou tartarugas marinhas, entre outras espécies. Para as embarcações a quantidade de pescado permitido é de 25 quilos por barco.
A pesca por lazer não é permitida nos portos de pesca e marinas de recreio, praias concessionadas em época balnear, a menos de 300 metros da costa e 100 metros da zona de qualquer esgoto, acrescenta a nova legislação.
O secretário de Estado Adjunto da Agricultura e das Pescas, Luís Vieira, revelou que as licenças podem ser obtidas nas capitanias dos portos, direcções regionais de Pescas, ou no próprio multibanco através do talão emitido. O responsável acrescentou que as licenças podem ser mensais, anuais ou trianuais, para todos os tipos de pesca lúdica, sendo a excepção a apanha de bivalves que não precisa de autorização.A prática desta actividade será controlada e fiscalizada pela inspecção das pescas, pela ASAE (Agência de Segurança Alimentar e Económica) e pelas capitanias dos portos, sendo que as sanções para o não cumprimento das regras podem ir de multas entre os 250 e os 2.500 euros para singulares e 25 a 30mil euros para pessoas colectivas, adiantou Luís Vieira.
Sabado, 2 Setembro 2006 - 00:00 Estado pesca milhões em licenças Se cerca de 700 mil indivíduos que exercem a chamada pesca lúdica marítima tirarem a licença obrigatória, o Estado arrecadará, pelo menos, 10,5 milhões de euros a partir de Janeiro de 2007.
Sabado, 2 Setembro 2006 - 00:00 Um Estado à pesca “E o querido cidadão, na compra de três anos de licença, beneficiará ainda de um generoso desconto de três euros!” – não custa imaginar um vendedor de mercado a anunciar em tom semelhante qualquer banha da cobra. Mas quando é o Estado a propor um descontozinho, percebemos o quanto está degradada a relação com os contribuintes e como estão ávidos de euros os cofres públicos. Venham as notas, não importa como.No indignante caso vertente, trata-se de taxar a actividade da pesca à cana nas margens do nosso oceano ou nas bacias dos rios onde a água salgada predomina. E os mais pobres vão poder apresentar atestado de necessidade?
Na pesca como na caça, o longo braço do poder público toma a grande parte pelo todo. Esquece gente concreta das orlas marítimas e os que, no Interior, ainda fazem da caça um decisivo complemento da carne de que dispõem para cada ano. Presume-se que o Estado não sabe o que são hortas nem microagricultores que resistem na província ao fecho de escolas e maternidades. Presume-se que desconhece os que, de Norte a Sul, esperam um toque na cana para ter peixe que comer.
Enquanto até a saúde tende a ser paga, estrangula-se o regime livre de caça, taxa-se a imemorial actividade livre da pesca.
O poder do Estado não pára de usurpar o terreno da liberdade dos cidadãos e tem para dar cada vez menos em troca.
Gratuitamente dou aqui um conselho ao sr 1º ministro, mande vigiar as hortas e quintais, porque um dia destes é capaz de encontrar um coelhito, ou uma galinhita a comer as couves, e vai ter de taxar os donos, é de direito. Ah, outra coisa, que tal taxar o canário do meu vizinho?
“há por aí senhores, màs estúpedos ca ti mê burro.”
Quais são as dúvidas? 02-09-2006, 10:31:49
Alguém duvida que os roubos de grandes quantidades de dinheiro, acontece por meio de informadores e esperas longas, nas imediações dos locais de concentração de dinheiro, e vindas de dentro? (bancos e estabelecimentos de grande afluência de publico) duvidar destes factos é o mesmo que acreditar que os bandidos vão entregar as armas de que se servem para assaltos. Quem vai entregar as armas então? Quem as não tem, de certeza que não entrega, e quem as tem fica com elas para o que entende. Os cursos para uso e porte de arma, são demagogia barata, para encher as páginas dos jornais e inglês ver, porque esta pessoa (eu) que não sou estúpido, nem anginho, não acredito nem um pouco, na receptividade e cumprimento desta lei. Não vai haver autoridade que consiga controlar as armas, e o melhor será liberalizar o uso e porte de arma e dar igualdade de oportunidades para o cidadão comum, em poder acertar contas com os bandalhos que poluem nas nossas vidas. Olho por olho, dente por dente.
Crescimento económico. 02-09-2006, 10:43:16
Quando os nossos políticos falam em crescimento económico, conseguem ter o condão de me pôr a rir, sério! A França e a Alemanha anunciam um crescimento previsto de 2% do PIB, e os nossos conseguem a enormidade de anunciar que será à volta de 0,71%, ou seja, lá deixaram de fungar e estão a pachos quentes, nós apanhámos uma pneumonia aguda, e estamos nos antibióticos. É que isto de ouvir falar em crescimento económico pode ser fatal, só os gajos é que conseguem vislumbrar tal.
Prómonte
Atenção à poluição provocada pelas sucatas a céu aberto, e em solos desprotegidos, existem toda a espécie de materiais concentrados em pequenos espaços e alguns deles libertam radio actividade, quando as misturas acidas penetram nos solos. O sucateiro acarta tudo o que encontra e guarda tudo num só lote, marcado com designação de: PRÓMONTE. Em geral são gente sem qualificações e para quem a sobrevivência dita as regras. Têm direito ao trabalho, mas que se cumpram as mais elementares regras de salubridade. É que no solo corre a água que bebemos, e são criados os alimentos de que nos alimentamos.
ass:
V.R. 